sexta-feira, 31 de maio de 2019

PROJETO EDDINGTON - DIA 6 O adeus







DIA 6
Deixámos o Príncipe a chorar! Não apenas por aquilo que vivemos mas, também, porque deixámos 4 pessoas maravilhosas que conhecemos nestas andanças do Ciência Viva: a Sílvia , a Antónia, a Cíntia e a Mirian! Que bom foi ter conhecido esta Professora da Escola Portuguesa de S Tomé e três princesas lindas, em todos os sentidos! A Ciência Viva tem esse poder... unir as pessoas.
Estamos já em S. Tomé... depois de um voo de 35 minutos, agradável. Passámos na Escola Portuguesa, pois a Sra. Diretora fez questão de nos trazer para a cidade. Obrigada pela simpatia!
Almoçámos no Chico's Café....um espaço lindo!
Vamos ficar OFF.
The End.

quinta-feira, 30 de maio de 2019

HOJE, 30 DE MAIO, ÀS 17h15 Diretores de Turma preparam Reuniões de Avaliação

     
       Hoje, dia 30 de maio, às 17 horas, reúnem os Diretores de Turma do Ensino Básico e Secundário para preparar as Reuniões de Avaliação do 3º período. 

PROJETO EDDINGTON - DIA 5 O Dia D







DIA 5
Hoje, acordámos todos cedinho... para ficarmos lindos! Tomámos o pequeno almoço juntos (muito bom... omelete com cebola e cenoura). O miniautocarro chegou antes da hora combinada... hoje o "vele vele" foi relativo, o Sr Presidente da República estaria na roça! Subimos mais uma vez e pela última vez, a encosta até à roça Sundy... hoje, 100 anos depois do dia em que Eddington observou o eclipse... hoje, o Dia das Comemorações dos 100 anos da Aceitação da Teoria da Relatividade... hoje, o GRANDE dia.
A atmosfera na roça era de festa, havia militares, políticos (muitos), resmas de físicos, habitantes da roça, crianças, alunos das escolas secundárias, autarcas e habitantes da cidade de Santo António. Havia música, pessoas a dançar e vontade de apanhar um lugarzinho no espaço onde decorreram os painéis. Gostámos de assistir!
Às ruas da roça chegavam seguranças, jipes chineses e ergueram-se as bandeiras, na presença das forças armadas: chegavam os Presidentes! Assistimos à inauguração do espaço de ciência na Sundy e aos discursos políticos formais... Que calor! Aproveitámos para distribuir a Banda Desenhada e para a dar a quem nos pedia!!!
Fomos entrevistados uma série de vezes e não tirámos nenhuma selfie com o nosso Presidente, apenas fotografias tiradas pelo fotógrafo oficial da presidência!
O almoço e lanche decorreram na roça, ao ar livre, entre palestras e homenagens... houve tempo para tudo.
Jantámos no Beira Rio, mais uma vez, juntos e bem dispostos. Ah o Sr. Presidente da República de S Tomé jantou mesmo ao nosso lado, é simpático....!
É Tarde... Chove torrencialmente mas .... Deixo uma frase que ouvi aqui e temos vindo a repetir na comitiva portuguesa: "chuva civil não molha militar"!

quarta-feira, 29 de maio de 2019

ENTREVISTA A MARIANA BATISTA Como foi a participação na peça "Pedro" do Teatro do Calafrio


 
Nos dias 22 a 25 esteve no TMG o espetáculo "Pedro", texto de Manuel Poppe e encenação de Pedro Damião para o Teatro do Calafrio, da Guarda. A Mariana Batista, do 12º ano, participou no elenco desta produção. 
Como vieste parar a uma produção do Teatro do Calafrio ("Pedro")?
O Teatro Calafrio anunciou uma oficina de teatro no início do ano e eu inscrevi-me. Sempre gostei de teatro e já tinha tentado participar numa oficina de teatro e como agora a oportunidade surgiu, não quis desperdiçá-la. Na sequência desta oficina estava prevista uma participação na peça “Pedro”. Fiquei entusiasmada e à medida que fui conhecendo melhor as pessoas e a peça, ainda fiquei mais entusiasmada. Foi uma experiência fantástica e foi uma sorte muito grande ter encontrado um grupo de pessoas extraordinárias.
Como foi a tua participação nesta peça? 
A participação dos integrantes na oficina Degelo estava desde o início prevista para ser coletiva (em forma de coro). No entanto, acabou por ser um pouco mais e acabei por ter uma pequena aparição como criado e uma participação pequena como o escrivão do D. Pedro.
Em que consistiu a oficina DEGELO?
A oficina Degelo foi uma iniciativa do Teatro Calafrio que consistia numa formação teatral que tinha previsto acabar com uma participação na peça “Pedro” do autor Manuel Poppe. Era para ser uma oficina orientada pelo Américo Rodrigues e pelo César Prata (acabou por ser orientada pelo Pedro Damião e pelo César Prata). No entanto, fruto de alguns constrangimentos que ultrapassaram os participantes da oficina mas que obrigaram a algumas alterações, a oficina acabou por ser uma formação quase intensiva e a ênfase foi colocada na participação na peça onde todos os participantes da oficina acabaram por ter um papel mais ativo do que aquele que inicialmente estaria previsto. Para mim, pessoalmente, foi uma surpresa agradável porque senti que o encenador foi igualmente exigente com todos os atores, amadores e profissionais. Ainda assim gostava de ter oportunidade para fazer uma formação teatral logo que possível. 
Como te situas relativamente ao teatro? 
Sempre gostei de teatro e desde pequena que estou habituada a assistir a peças muito diferentes. Os meus pais também gostam e sempre me levaram a assistir a espetáculos ao vivo; concertos, teatro, dança, musicais, etc. Para além deste hábito, sempre me lembro de pisar o palco com relativa facilidade - antes da escola primária dancei ballet dois anos consecutivos no grande auditório do TMG;  na escola primária, no 5º e 6º ano participei em diversas atividades de expressão dramática e cheguei a ter algumas participações memoráveis: na festa de finalista da escola primária fui a Tia Emma do “Feiticeiro de OZ”; no 6º ano fui a Scarlett O’Hara em “E tudo o Ventou levou”. Depois, devido a constrangimentos diversos, a expressão dramática ficou um pouco num papel secundário (ou até figurante, he he he he!!!), mas nunca esquecida. Gosto da transfiguração que sofremos em cima do palco; gosto do trabalho intelectual e emocional a que somos sujeitos para criar novas personagens em que algumas nem têm nada a ver connosco; gosto da adrenalina antes de “subir o pano”, que nos dá uma clarividência muito especial; gosto também da relação de entreajuda e colaboração que se cria com os outros participantes - encenador, atores, produtores, técnicos, etc.
Não tenho, para já, qualquer intenção em seguir profissionalmente a dramatização, mas, sempre que possa e me deixem, lá estarei…

UMA ÁRBITRA DE 15 ANOS Margarida Inácio responde ao EXPRESSÃO





Margarida Inácio (do 10º B) tem 15 anos e é árbitra desde há cerca de um ano. O Blogue EXPRESSÃO fez-lhe algumas perguntas a propósito da sua participação na Taça de Portugal do passado dia 25 de maio.

Quando iniciaste a atividade de árbitra de futebol?
Eu inscrevi-me em setembro de 2018 no curso de árbitros promovido pela Associação de Futebol da Guarda e estou na arbitragem desde aí.
Que formação é que tens nesta área?
Tenho o 1° curso, neste ano também já participei em várias ações de formação. Foi numa dessas ações de formação, nomeadamente no "Encontro Nacional do Árbitro Jovem", que fui selecionada para participar na Final da Taça de Portugal.
Que atividade de árbitra tens desenvolvido regularmente este ano?
Este ano fiz jogos como árbitro, mas predominantemente como árbitro assistente. Grande parte em jogos de formação (infantis, iniciados, juvenis e juniores).
Sendo uma atividade predominantemente masculina, como convives com este facto? 
Sim, é uma atividade onde os homens estão em maior número mas cada vez há mais mulheres que jogam futebol profissionalmente e são árbitras dos maiores escalões de futebol feminino.
Porque é que gostas desta atividade de juíza, sendo ela tão desagradável por vezes e fonte de conflitos?
Esta escolha é algo que eu não consigo explicar. Eu gostava muito de futebol e percebi que poderia participar no futebol de uma forma diferente. Claro que por vezes não é fácil porque "a culpa é sempre do árbitro" mas eu não me importo. As primeiras vezes claro que é complicado mas, quando se gosta mesmo, não são as "bocas" que nos desviam ou que nos fazem desistir.
Como recebeste a distinção no Encontro Nac. de Árbitros Jovens?
Como eu já referi acima, eu participei no Encontro do Árbitro Jovem promovido pela APAF, onde fizemos testes e, no fim, os melhores classificados são nomeados para ir às finais de taças portuguesas (Taça da Liga, Taça de Portugal feminina, Taça de Portugal masculina, Supertaça). Como eu obtive uma boa classificação, fui selecionada para ir à Taça de Portugal masculina.

terça-feira, 28 de maio de 2019

PROJETO EDDINGTON - DIA 4 Hoje distribuímos os presentes que levámos do Agrupamento









DIA 4
Acordámos e depois do pequeno almoço os nossos rapazes saíram para encher as bolas que trouxemos... era dia de entregar o material da Campanha AEAAG. Saímos a pé, o calor hoje apertou! Parámos no mercado da cidade, onde metemos conversa com os vendedores... houve até quem nos veio cumprimentar. Deixámos material às crianças que por ali andavam... é tão bom ver a alegria delas... é tão bom chamar uma criança e vê-la feliz! Ficámos sentados no "banco da má língua", aproveitando para conversar com quem ali ia parado... a distribuir Alegria...
Subimos, mais uma vez, a serra que dá acesso à roça Sundy, onde há 100 anos foi possível visualizar o eclipse. Que calor! Fizemos uma série de trilhos, guiados por gentes da terra, colaboradores da organização: ouvimos falar de plantas, do encurvamento da luz, do eclipse, da deriva continental e de cálculo matemático. Descemos à Cidade de Santo António para almoçar (muito bem) no Fofoquices e apresentar, num maravilhoso auditório, os nossos Projetos. Enquanto aguardámos pelo "Café da Ciência", ficámos sentados numa esplanada a olhar o nada e o tudo, num misto de sons e aromas. O calor e os mosquitos continuam a fazer companhia à nossa comitiva. Encontramos, novamente, os Comandantes da Marinha Portuguesa, trajados a rigor para a receção do Sr. Presidente da República Portuguesa. Estavam uma elegância e sempre muito simpáticos!
Fomos jantar a uma tasca africana, que alguém recomendou a um dos jornalistas que nos tem acompanhado desde Portugal . Comemos pizza picante, num ambiente ímpar e inesquecível.
Foi um dia duro, devido à caminhada e ao calor.
Amanhã, dia 29 de maio, faz 100 anos que foi visível o eclipse nesta maravilhosa ilha. As comemorações duram o dia todo e serão, com certeza, inesquecíveis. A RTP ÁFRICA vai transmitir as cerimónias, em direto. Acompanhem, estaremos por lá!!